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Dark Souls – Clássico da era moderna dos jogos


De longe, o game mais aclamado da franquia “Souls”, Dark Souls impressionou e dificultou a vida de muito gamer experiente, fazendo-os gastar horas e horas, irritando-os a ponto de querer literalmente quebrar o controle, porém, recompensou a todos que chegaram ao final, com uma experiência extasiante ao longo do gameplay e com uma satisfação indescritível ao poder dizer, para si próprio: Terminei.

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Devido a dificuldade apresentada, muitos desistem no início. Mas aconselho: Não parem. é um dos jogos mais imersivos que você jogará se persistir.

A história se desenvolve em Lordran, reino que definhara com o tempo, devido a maldição dos undeads.

A introdução nos mostra a batalha entre os lordes, contra os dragões, espécie que dominava o mundo em uma época remota. Os lordes vencem a guerra, devido a traição do dragão Seath, O Sem Escamas.

O personagem, depois de construído, começa preso em um “asilo” para onde os mortos vivos eram levados e lá, aguardavam a morte. Nesta área, onde temos o tutorial, conhecemos o primeiro chefe do jogo (E, também, o segundo, logo após retornarmos).

Após isto, se sobrevivermos ou, tentarmos, tentarmos e tentarmos, somos transportados até o “save point” principal do jogo.

No início, tudo, literalmente parece uma desgraça, para quem não está acostumado. Até mesmo o inimigo mais imbecil te mata com meio hit. Se você correr, com certeza cairá em um buraco, será acertado por uma flecha, por coquetel molotov, perseguido até a morte e voltará de sua última fogueira (Save point) sem as suas souls (Almas, utilizadas para evoluir no game). Se você bater nos NPCs eles também vão te matar (E sempre tentarão caso você volte lá, a menos que encontre um npc especial para se redimir).

Dragões, demônios, cogumelos lutadores super desenvolvidos, hidras, mortos vivos, ratos gigantes, bichos esquisitões que te transformam em pedra, cavaleiros absurdamente apelões, pântanos cheios de veneno, personagens especialmente inesquecíveis ao longo do jogo todo e na DLC e, por vezes, NPCs bem filhos da puta. Fora os lugares que por si só, te matam com armadilhas, buracos, penhascos e todo o tipo de coisa que vai te fazer sentir raiva e trocar de jogo naquele instante para “tentar relaxar” ou, simplesmente desligar o console ou PC por 10 minutos e retornar novamente para vencer aquele obstáculo e avançar.

"Vou te, morri!!"

“Vou te, morri!!”

A versão para computador já vem com a DLC e se  chama Prepare To Cry Die Edition.

A história pode ser complicada de entender se você, ao longo do tempo que joga, não procurar por peças chaves e teorias na internet (Mas não leia toda a história antes de jogar ou terminar o jogo. Vale muito a pena descobrir tudo conforme se avança). Sem dúvida, mesmo que pareça confusa, é um dos pontos mais altos do jogo e te faz pensar: Cara, como eles pensaram em entrelaçar tudo isto. O elo entre Artorias do Abismo e, seu lobo, Sif é, sem exagero algum, uma das histórias mais marcantes dos RPGs.

Artorias e seu lobo, Sif... Não... Pera aí!

Artorias e seu lobo, Sif… Não… Pera aí!

Explore tudo com calma para vivenciar uma das experiências mais fantásticas dos últimos tempos em se tratando de videogame. Dark Souls, mesmo lançado em 2011 para a geração passada, ainda é muito atual e, completamente superior ao seu predecessor, Dark Souls 2.

Se você conseguir manter a calma e avançar e, mais, terminar o game, não se arrependerá!


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